Idoso morre ao ser atacado por abelhas em Salto Grande (SP)

O enxame invadiu o acampamento cigano após uma das crianças acertar uma pedra na colméia. Centenas de pessoas que estavam no local ficaram feridas, e um idoso de 63 anos morreu no local.

Assista ao vídeo: http://videos.r7.com/idoso-morre-ao-ser-atacado-por-abelhas-em-salto-grande-sp-/idmedia/f1999b75416941b54aa5b6f93a3ac18c.html

Published in: on fevereiro 23, 2010 at 10:59 pm  Deixe um comentário  

Notícia positiva em Portugal

Duas mulheres marcam a diferença em grupo com 13 homens. São os novos mediadores municipais

“Mulheres a fumar? Só se for às escondidas!” “Mas, às escondidas, porquê? Não tem de ser às escondidas!” “Deixa lá essas modernices.” Riem-se as duas. A conversa é entre duas ciganas, uma de 60 e outra de 33 anos. Duas gerações que vivem a comunidade de forma diferente, mas que marcam diferença à sua maneira.

Fazem parte de um grupo de 15 ciganos que trabalha como mediadores municipais. Um projecto-piloto do Alto-Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) que termina em Setembro e que se pretende renovar por mais dois anos.

A mais velha, Olga Mariano, é mediadora na Câmara do Seixal e é presidente da Amucip, Associação para o Desenvolvimento das Mulheres Ciganas Portuguesas. Ficou viúva há 14 anos e apenas se lhe vêem as mãos e a cara, tudo o resto está completamente coberto de preto.

Foi a necessidade de recorrer ao rendimento social de inserção (RSI) que a levou a frequentar acções de formação há 11 anos. “Havia que dar alguma coisa em troca e o que dei foi o meu trabalho como mediadora sociocultural”, justifica. Tem a antiga 4.ª classe e cursos de reconhecimento de competências.

A mais nova, Dulce Nascimento, é mediadora na Câmara da Marinha Grande e presidente da NAKI, Nossa Associação de Kalons Íntegros.

É divorciada e nada na sua figura revela estarmos perante uma cigana. Foi, também, o RSI que a levou à formação em mediadora sociocultural. Tem o 9.º ano e cursos de reconhecimento de competências.

Ambas cresceram na venda ambulante e dizem ter adorado essa vida. “É um caminho, é o que nos dá alguma visibilidade. É o que nos prepara para o início da vida”, justifica Dulce Nascimento.

Hoje, estão com outras funções e acreditam que a comunidade cigana está a mudar… lentamente, “e não se pode generalizar”, repete Olga Mariano.

“É preciso ter um espírito de missão para se fazer um trabalho destes, é muito difícil mudar mentalidades”, acrescenta Olga. Tal como tem aprendido no curso de formação, vai tentar estabelecer pontes entre a autarquia e a comunidade cigana. Uma das primeiras iniciativas será o levantamento das necessidades dos ciganos, “sem ultrapassar o limite da sua privacidade”, sublinha Olga Mariano.

Já Dulce Nascimento tem como missão “minimizar o absentismo escolar da comunidade cigana”. Afinal, foi esse o objectivo para que foi criada a NAKI, na Marinha Grande ou em Leiria, onde tem exercido a função de mediadora.

As duas mulheres participam na última secção do curso de mediadores municipais do projecto-piloto iniciado a 1 de Outubro e que vai terminar a 30 de Setembro.

Os 15 ciganos já estão a trabalhar nas autarquias e recebem uma média de 600 euros mensais, dependendo das situações.

Era previsível que terminassem agora a parte formativa, mas ainda terão mais algumas sessões de informática.

Fonte: http://dn.sapo.pt

Published in: on fevereiro 18, 2010 at 9:11 pm  Deixe um comentário  

Sulukule

O bairro turco do Sulukule é o mais antigo bairro cigano do mundo, fica na Turquia, na cidade de Istambul, e esta sendo ameaçado por uma nova política do governo. Essa política prevê a REMOÇÃO e demolição do bairro inteiro pra contrução de praças de evento. Os Roms estão sendo obrigados a vender suas casas por preços bem abaixo do mercado. Eles seriam relocados para um campo de barro no distrito de Taşoluk, a 40km da capital, sem nenhuma infraestrutura, longe de onde eles conseguem sua subsistência a séculos, o que acabaria separando-os também. A UNESCO exigiu que o governo turco reveja sua colocação e resolva o problema junto a comunidade Romani. É um problema que se arrasta desde 2005, mas que agora parece mais perto de um final triste para os roma. Indico o site oficial, com a lista de assinaturas do manifesto contra esta ideia absurda, para que se possamos ajudá-los.

http://www.alternatifsulukule.org/manifest.aspx

Published in: on fevereiro 17, 2010 at 8:33 am  Deixe um comentário  

E as manchetes jornalísticas?

Só uma perguntinha que me incomoda a algum tempo…

Se alguém souber, por favor me responda:

Alguém já leu alguma manchete de notícia mais ou menos assim “Branco mata dois negros” ou “Jornalista judeu acusado de preconceito contra garis”?

Então por que agente lê “Ciganos acusados de fraude contra o INSS” ou “Cigano acusado de porte de armas é preso”.

Pode buscar no Google! É exatamente assim!

E não vou ser tendenciosa de dizer que acontece apenas com os ciganos não… Isso acontece também com, por exemplo, os índios.

Será que algum jornalista pode me explicar??

Published in: on fevereiro 14, 2010 at 10:14 am  Deixe um comentário  

Preconceito em investigação

Corpo de menino desaparecido é encontrado na Serra
O corpo do menino Ryan Matheus Tompson de Olivera, de dois anos, que estava desaparecido desde a última noite domingo (07), foi encontrado por uma tia-avô num córrego perto da chácara onde morava na manhã desta segunda-feira (08). 

As buscas pela criança começou no mesmo instante em que a família deu por falta do menino. Chegaram a desconfiar de grupos de ciganos que moram no mesmo bairro a cerca de 300 metros da chácara.

A família registrou queixa do desaparecimento de Ryan na manhã desta segunda no Núcleo de Pessoas Desaparecidas (Nuped), da Polícia Civil. Após o registro da ocorrência, a polícia resolveu enviar viaturas para fazer buscas no acampamento dos ciganos.

A mãe do menino, Vanessa Tompson, contou que ela e o marido, o porteiro Felipe Rosa de Oliveira, 22, estavam em casa quando a criança sumiu. “Eu estava juntava o lixo para o Felipe jogar fora enquanto ele se arrumava. Em cinco minutos, Ryan caminhou de dentro da nossa casa até o portão e então sumiu”, contou desesperada.

A mãe de Ryan, abatida, informou que estava sem dormir e sem comer desde o horário em que o filho sumiu no domingo. O Corpo de Bombeiros foi acionado e também esteve no local para ajudar nas buscas do menino.

Fonte: http://www.eshoje.com.br/

Published in: on fevereiro 10, 2010 at 10:16 am  Deixe um comentário  

Notícia de Portugal

Campo Maior: Pastoral dos Ciganos em “choque” com condições precárias das famílias

por Agência Lusa, Publicado em 05 de Fevereiro de 2010

O diretor executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos, Francisco Monteiro, mostrou-se hoje “chocado” com as condições precárias em que vivem 49 famílias de etnia cigana junto às muralhas do castelo de Campo Maior (Portalegre).

Em declarações à agência Lusa, o responsável mostrou-se “chocado” com a situação e lançou de imediato algumas críticas ao município de Campo Maior pela forma como tem gerido, ao longo dos últimos anos, este caso.

“A câmara tem o mérito pequeno de deixar permanecer aquelas famílias naquele local ao longo dos últimos anos, mas Campo Maior não é uma terra assim tão pobre perante outros municípios que ao longo dos tempos avançaram com os respetivos planos de realojamento”, disse.

Campo Maior também é a capital do café e, perante esse quadro, por que é que não se podem ajudar algumas dessas famílias ciganas a ter uma vida melhor”, questionou.

As muralhas do castelo de Campo Maior têm registado várias derrocadas nos últimos anos, a última das quais ocorreu na madrugada do dia 5 de janeiro devido ao mau tempo.

A situação está a colocar em risco dezenas de famílias que vivem em condições precárias junto ao monumento.

Seis das 49 famílias que vivem junto às muralhas foram, recentemente, abordadas pela autarquia no sentido de serem realojadas em contentores, mas esse quadro foi rejeitado pelos moradores.

Francisco Monteiro reconheceu no entanto que a Pastoral dos Ciganos tem acompanhado de “longe” esta situação, mas garantiu que tem “trabalhado” junto de várias entidades no sentido de “pugnar” por melhores condições de vida para a comunidade de etnia cigana residente em Portugal.

“Nós não temos feito muito sobre este caso em concreto, temos acompanhado ao longe, mas temos trabalhado junto do Governo e de outras entidades estes casos que afetam os ciganos”, disse.

“Em 2000 elaborámos um projeto, denominado “Dignidade” e que aborda a questão da habitação dos ciganos em barracas, do qual surgiu a pressão sobre as câmaras municipais para andarem para a frente com os planos de realojamento”, sublinhou.

Nesse mesmo programa, segundo o responsável, estava inserido o “caso” de Campo Maior.

Francisco Monteiro relembrou que a Pastoral dos Ciganos “não chega a tudo e não pode fazer tudo”, mas prometeu reagir à situação que se vive em Campo Maior.

“Nós, o que podemos fazer é uma pressão junto da câmara de Campo Maior e sobre o governo, através do Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural (ACIDI) para que o problema seja resolvido num curto espaço de tempo”, declarou.

Published in: on fevereiro 7, 2010 at 10:52 am  Deixe um comentário  

Um pouquinho de realidade

Published in: on fevereiro 4, 2010 at 8:59 pm  Deixe um comentário